Você também pode montar seu controle remoto caseiro

Desde pequeno sempre fui apaixonado por eletrônica. Mas algumas áreas sempre despertaram mais o meu interesse. Entre elas posso citar controles remotos. Eu acho muito legal a capacidade de controlar dispositivos remotamente. Mas não somente montar um controle remoto, por montar. Fazer a montagem e a instalação do mesmo, por exemplo, em um barco ou carrinho.

Lembro que na minha adolescência montei alguns barquinhos. Alguns com rádio controle mais simples e um outro com um rádio bem mais elaborado. Esse em específico possuía um circuito integrado codificador MC145026 e o decodificador MC145027. Como o próprio nome diz a sua função, um deles ficava no transmissor e o outro no receptor.

Esses são CIs da Motorola e com o seu uso o trabalho de acionar vários dispositivos diferentes se torna mais fácil. Lembro que instalei ele em um barco grande que havia construído todo em balsa. Esse rádio era capaz de controlar algumas diferentes funções, como frente, ré, esquerda e direita.
Além dos CIs da Motorola, fiz uso também do módulo transmissor e receptor (par casado). Dessa forma o alcance se torna muito maior. Afinal, esses módulos possuem uma sensibilidade elevada. Assim é possível ter alcances de mais de 100 metros em campo aberto.
Nesse vídeo abaixo eu mostro mais detalhes so circuito do controle remoto. Atualmente é possível encontrar na web vários diferentes projetos que fazem uso dos MC145026 e MC145027.

Transcrição de entrevistas – Áudio e vídeo para texto

Olá, formando? Tudo bem? Meu nome é Alex Baroni. Hoje nós vamos falar sobre a transcrição de entrevistas para a forma de texto.

Agora vem você todo feliz, pois realizou 20 entrevistas para sua pesquisa qualitativa. Ou seja, foram entrevistas em profundidade. Nelas você buscou entender as razões e questões envolvidas com sua pesquisa. No final, cada uma delas levou em torno de 1 hora e 30 minutos.

Bom, em 1 hora e 30 de conversa foram ditas muitas coisas e você tem em mãos 20 arquivos de áudio ou vídeo. Sim. Você gravou a entrevista enquanto ela era concedida, com anuência do entrevistado. E agora você precisa transcrever tudo isso para a forma de texto. Pois só assim será possível você chegar mais facilmente aos trechos e passagens ditas durante a conversa. Além disso, facilitará muito seu trabalho de pesquisa dentro do texto para encontrar por determinadas palavras.

A primeira forma de resolver isso seria ouvindo o áudio e digitando o que está sendo falado. É um trabalho grande. A todo momento é preciso parar a reprodução do áudio para conseguir ir digitando tudo. Mas é verdade que funciona e você sairá do outro lado. Mas vai te dar uma canseira.

Mas fique tranquilo, pois existem outras formas de resolver seu problema. A próxima solução é você usar a ferramenta de gravação de notas que você tem no seu celular, com o uso da sua voz. O processo funciona assim. Você vai abrir o arquivo de áudio da sua entrevista em um computador. Esse computador terá um fone de ouvido o qual você estará usando. Nas suas mãos você vai ficar com seu celular. Lembre de abrir algum aplicativo de notas que possa receber entrada via áudio.

Esses aplicativos convertem em texto o que você diz. Então você vai dar play no áudio da entrevista e enquanto ouve no seu fone essa entrevista, e vai repetindo ao mesmo tempo o que você está ouvindo. E dessa forma o que você está falando vai sendo captado pelo seu celular em formato de texto. Ah, eu já tentei colocar o celular para ‘ouvir’ o áudio da entrevista, mas não foi um bom resultado. Porém dessa forma que descrevi agora funciona. Mas ainda vai te dar algum trabalho, pois obrigatoriamente você terá que ouvir toda a entrevista e ficar repetindo palavra por palavra.

Ainda existem mais 2 opções para resolver essa questão. A próxima faz uso do Microsoft Word. Essa aplicação tem uma opção para entrar com os dados via voz. Dá para você pressionar o play da entrevista e pelo microfone do computador ele vai “digitando” no Word palavra por palavra. Aqui merece um ponto de atenção. Após o trabalho do Word, você terá que fazer uma leitura em todo o documento. Será preciso corrigir várias palavras que não foram possíveis de serem identificadas. Mas veja que o trabalho ficou mais fácil de ser concluído com essa dica.

A próxima dica vai te ajudar demais. Pois existe ainda uma outra chance para resolver essa questão da transcrição das entrevistas. O processo funciona com a ajuda do YouTube. Você precisa inicialmente de um software de edição de vídeo. Existem alguns muito simples e gratuitos e já vão servir perfeitamente.
Essa necessidade recai no sentido que você precisa transformar seu áudio em um vídeo. Para fazer isso, abra a aplicação de edição de vídeo e arraste o seu áudio lá para dentro. Depois exporte esse arquivo em algum formato de vídeo que possa ser compreendido pelo YouTube.
Com esse vídeo gerado, entre no YouTube e faça o upload desse arquivo para essa plataforma. Nessa hora você pode subir seu vídeo como privado e não público. Afinal, essa é uma entrevista privada e você não quer torná-la pública. Na verdade você provavelmente nem tem um termo autorizando que você faça isso por parte dos entrevistado. O YouTube será só uma ferramenta para gerar a transcrição, depois você pode apagar o vídeo dessa plataforma.

Assim que o upload do vídeo terminar, acesse ele e deixe-o tocar por algumas vezes. Basta apertar o Play e deixar o áudio ser reproduzido. Você vai precisar fazer isso umas 3 vezes. Isso é necessário para o YouTube conhecer o seu vídeo e fazer a geração automática da transcrição. Após isso, basta acessar no YouTube em um botão que fica logo abaixo do seu vídeo. Esse botão tem 3 pontinhos, como se fossem reticências (veja abaixo).

Vai abrir uma caixa na tela com 2 opções. A última delas é a que nos interessa. Chama-se Abrir Transcrição. Agora a mágica está pronta. Ou seja, o YouTube converteu todo o áudio para texto. Esse texto aparece no lado direito do vídeo após pressionar esse botão que mencionei. Aí basta só marcar todo o texto e copiar para o Word.

Então é isso. Essa foi a dica do episódio de hoje. Ah, aparece lá no canal no YouTube. O nome do canal é Ensino porque Gosto. Se inscreva e deixe seu comentário. Até a próxima.

Sabia que seu TCC pode virar um artigo científico?

Olá, formando? Tudo bem? Hoje vou te ajudar falando a respeito de como seu trabalho pode se tornar um artigo e ser publicado em um congresso.

Pois é verdade! Você pode estar escrevendo nesse momento um artigo que será publicado em um congresso. Bom, na verdade você está fazendo seu trabalho de conclusão de curso, mas saiba que ele pode sim tornar-se algo mais enxuto e te permitir o desenvolvimento de um artigo.

Existem vários congressos nas mais diferentes áreas. Uma pesquisa rápida na internet permite que você identifique esses congressos. A coisa toda funciona assim. Você precisa submeter um artigo que deverá seguir determinados padrões. Cada congresso tem seus padrões e você fica sabendo disso diretamente na página do congresso.

O próximo passo é organizar o seu trabalho de conclusão seguindo essas regras. Talvez seu trabalho de conclusão contenha muitas páginas e o artigo para o congresso só permita 10 no máximo, por exemplo. Então existe um trabalho intenso da sua parte para reorganizar tudo, mas ainda mantendo o sentido da sua pesquisa.

Talvez algumas coisas que constem no seu trabalho de conclusão, não sejam pertinentes para constarem no artigo. Saiba que os avaliadores do seu artigo são mestres e doutores, então algo mais conceitual que tenha no seu trabalho será desnecessário constar no artigo. Afinal, esses professores conhecem essa teoria e não é necessário você explicar ela para eles.

O passo seguinte é pedir alguém para revisar seu trabalho em busca de erros de português. Pode nem haver necessariamente um erro ortográfico, mas talvez o professor de língua portuguesa encontre uma forma melhor de escrever determinadas frases. Enfim, é um ponto para que você analise se acha que tem pertinência ou não.

Depois disso é submeter o documento de fato. Alguns congressos solicitam que o documento seja enviado no padrão Word (DOCX), enquanto outros no formato PDF. Por isso é importante se orientar sobre as diretrizes de cada um dos congressos. Um outro tópico importante nesse momento é que seu trabalho não deve identificar você. Isso é de extrema importância, pois assim os avaliadores mantêm a lisura no processo de seleção.

Dessa forma, dentro do seu documento não pode constar seu nome, telefone ou qualquer coisa semelhante. Para tornar esse processo mais isento, você precisa ainda eliminar quaisquer referências pessoais que constem nas propriedades do arquivo. O que quer dizer isso? Bom, procure seu arquivo no Windows Explorer. Clique com o botão direito nele e vá em Propriedades. Em seguida clique na aba chamada Detalhes. E por fim vá na opção ‘Remover propriedades e informações pessoais’. Ali você pode eliminar dados como atributos, autor e até o nome do computador onde foi criado esse arquivo. Isso é de suma importância pois segue a mesma orientação anterior, ou seja, fazer com que esse arquivo não contenha nenhuma identificação pessoal do autor. Veja mais detalhes na imagem abaixo.

Ah, e mesmo que você não queira submeter seu trabalho para um congresso, saiba que em muitos deles você pode assistir como um ouvinte. Talvez seja uma opção para que você se familiarize com esse mundo e possa no próximo congresso enviar sua pesquisa.

Então é isso. Eu fico por aqui. Um abraço e até o próximo. Tchau!

Ranking Qualis CAPES e Plataforma Sucupira

Olá, formando? Tudo bem? Meu nome é Alex Baroni e aqui nesse artigo você vai encontrar muitas informações a respeito de trabalho de conclusão de curso. Você ainda não sabe o que fazer? Qual tema falar? Tem dúvidas sobre formatação e padrões? Então fique ligado, porque eu vou te ajudar. E hoje nós vamos falar a respeito do ranking Qualis CAPES e consequentemente também sobre a plataforma Sucupira.

Durante o desenvolvimento de um trabalho de conclusão de curso, há necessidade de pesquisar o que as pessoas estão falando sobre o tema. Essa pesquisa pode ser realizada em artigos e também livros. Isso é de suma importância para a construção do seu referencial teórico.

No caso dos artigos, existe um critério para identificar a qualidade do mesmo. Isso é necessário, porque você pode verificar se é um artigo que foi escrito e publicado em uma revista que tenha uma credibilidade elevada. Ou seja, provavelmente esse trabalho passou pelo crivo e análise de outros pesquisadores. E assim, o que está sendo visto ali naquele trabalho, é algo que tem fundamento, coerente.

Essa questão se mostra de grande importância, no sentido que qualquer pessoa pode em princípio escrever um artigo. E o sistema de classificação das revistas visa proteger o leitor que acessa esses documentos.

Portanto, existem revistas que são mais criteriosas para deixar o artigo ser publicado sob a sua tutela e outras nem tanto.

Através da plataforma Sucupira, podemos compreender por meio de letras e números como A1 A2 B1 B2 C a identificação da nota de cada uma dessas revistas. Assim, durante a sua pesquisa você pode ter certeza de que está fazendo uso realmente de um artigo que foi publicado numa revista relevante. Você pode acessar essa base na plataforma Sucupira por meio desse link: https://sucupira.capes.gov.br/sucupira/public/consultas/coleta/veiculoPublicacaoQualis/listaConsultaGeralPeriodicos.jsf

E assim, você pode se apoiar naquelas palavras ali escritas para poder trazer através de citações diretas e indiretas, material para o seu referencial teórico. Como disse, se você acessar a plataforma Sucupira, você consegue pesquisar diferentes revistas e identificar qual a nota que essas revistas possuem.

Porém, para ajudar um pouco mais nesse trabalho, eu desenvolvi uma aplicação. Através dela você pode pesquisar mais facilmente a classificação dos artigos que você está usando em seu trabalho de conclusão. Veja o aspecto desse site:

Para usar essa ferramenta, basta copiar via ctrlC a sua referência bibliográfica e colar via ctrlV em uma determinada caixa de texto nesse site que desenvolvi. Após isso basta pressionar o botão e serão verificadas as referências que você usou em sua pesquisa. Veja no vídeo abaixo.

O resultado mostra as revistas que você está usando, assim como a sua classificação dentro do ranking Qualis Capes pela plataforma Sucupira. Isso facilita muito,
pois você pode ter uma ideia se as revistas que está utilizando estão bem classificadas ou não. Lembrando que as melhores classificações começam com a letra A, em seguida com a letra B, depois com a letra C e assim por diante. Então não esqueça, a próxima vez que você for fazer uma pesquisa em busca de artigos na internet lembre-se da plataforma Sucupira. Através dessa classificação você tem condições de certificar se aquela revista está bem conceituada e dessa forma você pode usar tranquilamente esses artigos em seu trabalho.

É importante destacar que uma revista pode ter diferentes classificações dentro de diferentes áreas. Como por exemplo, uma revista na área de biologia pode ter uma classificação A1. Porém essa mesma revista na área de ciências contábeis pode ter a classificação A2. Então é importante observar qual a área que está sendo tratada no artigo em questão.

Bom, agora você certamente quer saber qual o caminho do site que eu desenvolvi em PHP para te ajudar nessa checagem do ranking Qualis Capes?

Então é isso. Hoje eu fico por aqui. Um abraço e até o próximo. Tchau!

Como ligar qualquer dispositivo através do seu controle remoto – Acenda LEDs e acione motores

Para você que é adepto do faça você mesmo por meio da eletrônica, tenho uma dica bem legal. Aprenda aqui como acionar dispositivos remotamente com o uso de um controle remoto utilizado em modelismo. Isso é extremamente importante, pois muitas vezes precisamos ligar e desligar alguma coisa remotamente, por exemplo, faróis de LEDs, sirenes e outros. Mas aí vem a questão. Como fazer isso?

Existem muitas formas diferentes para resolver essa questão. Aqui nesse artigo vou indicar uma forma simples de solução, para tornar mais acessível a qualquer pessoa que esteja interessada em fazer. É um simples circuito com relê que pode acionar dispositivos remotamente. Você vai precisa de 2 diodos, 1 servo do tipo 9 gramas e 1 relê.
A ideia é bem simples. O servo de 9 gramas é o ‘cérebro’ da coisa toda. Dentro dele existe um pequeno circuito eletrônico e vamos fazer uso dele para poder facilitar a criação do pequeno projeto. Esse circuito já está preparado para ser ligado ao receptor de rádio controle. Isso é um ponto muito positivo, facilitando assim para que qualquer um possa fazer esse desenvolvimento.

Você pode até usar um servo com defeito, desde que o mesmo não seja na parte eletrônica. Assim, pode haver defeito na parte das engrenagens, pois elas não vão servir para absolutamente nada nesse projeto. Portanto a primeira coisa a fazer é conseguir um servo e desmontar ele. Abra e retire as engrenagens e a pequena placa de circuito impresso. Essa placa possui fios em 2 extremidades. Em uma delas entram os três fios que possuem o conector para ligar ao receptor do rádio controle. Já na outra extremidade a pequena placa está ligada ao motor elétrico. Você deve cortar essa ligação que aciona o motor. Pois no nosso caso não precisamos acionar esse motor, afinal queremos acionar o relê que será ligado em breve.

Mas antes de ligar o relê nós vamos usar também dois diodos. Esses diodos são do tipo retificadores de silício. Dentro disso, podemos utilizar o 1N4007, 1N4001, 1N4148 e vários outros. Esse componente não é crítico no projeto. O diodo é um componente que permite a corrente circular somente em 1 sentido. Assim, ele vai servir no projeto de proteção ao relê.
Para ajudar você eu gravei um vídeo com o passo a passo que você precisa fazer na soldagem para ter sucesso nesse projeto. Depois, aparece aqui ou lá no canal no YouTube e deixa seu comentário.

Quer montar um aerobarco pantaneiro de isopor Depron?

Nem todos os barcos funcionam da forma tradicional, ou seja, com um hélice sob a água. Alguns podem ter seu princípio no impulso por meio do ar e não pela água, como o caso dos aerobarcos. Isso se traduz em vantagens, como por exemplo, a capacidade de navegar em águas muito rasas, pois não existe eixo e hélice dentro da água sob risco de colidir com o fundo da lagoa, canal ou mar.

No caso dos pequenos barcos de controle remoto, um aerobarco torna-se um meio termo entre um aeromodelo e um nautimodelo (avião e barco). Assim, você pode utilizar componentes que iriam dentro de um aeromodelo na construção do seu aerobarco, seja ele elétrico ou mesmo com motor de combustão interna. Isso me lembra inclusive uma reportagem que li muitas décadas atrás em uma revista de modelismo. Um aeromodelista morava bem longe da área de voo de sua cidade. Porém nas proximidades de sua casa existia um rio. Esse fato o levou a construir um aerobarco com as partes do avião. Pela reportagem datar de muitos anos atrás, àquele período ainda vivíamos com os altos preços praticados nos itens de modelismo. Então esse senhor mencionado por essa reportagem, a todo momento tirava as peças do aerobarco e colocava no avião e vice-versa. Assim, quando não conseguia ir até a pista de voo, brincava na água com seu aerobarco.

Hoje em dia os preços dos itens de modelismo são bem mais acessíveis, então não é necessário desmontar um para montar outro. Mas saiba, como dito, que as partes de um aeromodelo são as peças centrais para a construção do seu aerobarco. Portanto, no caso de um aerobarco elétrico, você pode utilizar o servo para o controle da direção, o ESC para o controle da velocidade, o BEC para alimentar o circuito do receptor, a mesma hélice que usava no aeromodelo, a mesma bateria LIPO que estava no avião e o mesmo receptor.

Quanto a construção da estrutura do aerobarco existem diferentes opções. Você pode usar balsa ou até mesmo madeira do tipo compensado naval. Pode ainda fazer em fibra de vidro, o que dará um aspecto final bem profissional se você tiver habilidade para trabalhar com esse material. Ou ainda construir de isopor do tipo depron. O meu foi construído com depron. Trata-se de um tipo de isopor bem resistente, assim permitindo a construção de modelos com dimensões maiores. No meu caso, a parte do acabamento ficou por conta de uma película tipo as utilizadas em envelopamento de automóveis. O acabamento ficou perfeito. Mas você pode também utilizar adesivo do tipo contact para fazer um acabamento semelhante ao que fiz.

Nesse vídeo abaixo eu mostro em detalhes o aspecto final do aerobarco. Veja como ficou muito bonito. Ah, depois deixa seu comentário aqui no blog ou lá no canal do YouTube.

Posso ligar meu motor em uma bateria que possui a mesma tensão, mas uma alta capacidade de corrente?

Essa é uma pergunta que ouço sempre dos meus alunos. Eles ficam na dúvida com relação a capacidade de fornecimento de corrente. Eu lhes explico. O importante é que a tensão seja a mesma. Ou seja, se você tem um motor que funciona com 12 Volts e uma bateria que possui 12 Volts está tudo bem. Mesmo que a bateria possua uma capacidade de fornecimento de corrente de 50 A/h isso não é nenhum problema. Na verdade é até ótimo. Isso significa que será possível alimentar o tal motor por muito tempo até que seja preciso fazer uma nova carga na bateria. Você também pode ligar o motor a uma fonte de menor tensão como por exemplo 6 Volts. Porém nesse exemplo que citei acima o motor irá girar mais devagar, mas não há risco de estragar o mesmo. Só não pode fazer o contrário, ou seja, ligar o motor de 12 Volts em 24 Volts, por exemplo.

 

 

Dica de como fazer uma boa filmagem com o uso de aeromodelo

Filmar a bordo de um aeromodelo é sempre uma tarefa complicada. É necessário encontrar um local bom para posicionar a câmera. E a verdade é que isso nem sempre é fácil. É claro que minha intenção nesse post é mostrar um local bom para a filmagem sem que pareça que você está a bordo de um aeromodelo. Ou seja, é filmar sem aparecerem partes do avião. Parece simples, mas não é. Se você colocar a câmera sobre a asa o que ocorre é que a mesma vai capturar a hélice que está a frente do avião. Além disso você filma muito o horizonte e menos o espaço sobre o qual está voando. Eu mesmo já fiz várias tomadas com a câmera sobre a asa. Fica até legal aquele efeito da hélice, mas não serve para usar a filmagem em várias aplicações. Então arrumei um local mais legal. Bem embaixo do aeromodelo. Fiz uma pequena cunha de madeira curvada e dessa forma a câmera fica mais virada para baixo. Eu só capto a ponta do trem de pouso dianteiro. E mesmo assim isso é fácil de ser eliminado em uma edição. Para não correr o risco da câmera cair eu coloquei velcro nela e nessa base. Além do mais ainda coloquei mais duas abraçadeiras de velcro para não haver risco. A base ou cunho de madeira foi feita de balsa para ficar bem leve e não atrapalhar o CG do avião. Se você tem uma câmera mais pesada aconselho ver se houve alteração no CG. Se for o caso colocar um lastro na dianteira para compensar.

 

 

Aprenda a Montar um Amplificador

Um Mini Amplificador à Pilhas

Aqui vou mostrar em funcionamento um mini amplificador que montei. Ele é muito simples e utiliza somente 4 componentes. A base do circuito é o CI LM 386. A alimentação usada foi 12 Volts. A potência de saída está diretamente ligada à tensão e ao ganho aplicado ao potenciômetro.

Circuito do mini amplificador
Circuito do mini amplificador

Esse mini amplificador ficará em minha bancada de eletrônica servindo como amplificador de prova. Vou alimentar o mesmo com 6 Volts somente, pois não há necessidade de alto ganho para essa finalidade que pretendo usar.

A placa usada é uma placa do tipo universal. Ela já vem com os furos para o circuito integrado. Como ela é preparada para CI´s com 16 pinos os furos que sobraram usei para soldar os outros componentes.

Abaixo encontra-se o circuito que utilizei para montar o amplificador mostrado aqui nesse post.

Circuito Amplificador LM 386N
Circuito Amplificador LM 386N

 

 

A bancada de Alex Baroni para uso com eletrônica, eletricidade e modelismo

Mexer com modelismo, eletricidade e eletrônica sem uma bancada, não dá. É preciso que tenhamos aquele espaço específico de preferência todo preparado para trabalhar. Digo com tomadas, ferramentas a mão, instrumentos de teste. Pois dessa forma será muito mais fácil realizar os trabalhos. Na minha bancada possui uma manta de borracha que recobre ela, assim fica mais fácil de limpar e também de enxergar as coisas pois o fundo é único e de 1 só cor. No meu caso escolhi preto até pela facilidade de não ficar com marcas de uso aparente. Além disso nas duas laterais e no fundo estão presentes várias ferramentas. Elas estão presas, mas são facilmente retiradas. Assim fica mais fácil o acesso a elas. Um outro ponto importante é a iluminação. Existem duas lâmpadas fluorescentes de 15 W para deixar a bancada bem iluminada. Instalei ao fundo 3 tomadas para poder ligar os equipamentos. Essas tomadas estão ligadas a um disjuntor geral, assim como a iluminação. Tão importante quanto tudo que falei são os instrumentos. São aparelhos caseiros ou não usados para ajudar a identificar problemas nos equipamentos. Na parte do fundo eu coloco os multímetros e na lateral direita fiz um painel com vários instrumentos. Entre eles posso citar fonte de alimentação, testador de continuidade, amplificador de prova e injetor de sinais. O espaço que tenho disponível é pequeno, mas tem muita coisa utilizando da melhor forma essa pequena área. Confere aí.