O Colégio Militar do Rio de Janeiro e as tardes navegando na piscina dessa escola

Ter um barco de controle remoto, ou seja, um modelo dinâmico, nos levanta uma grande questão: “Onde navegar?”. Algumas pessoas moram perto de lagos e lagoas, o que pode ser uma ótima saída para colocar o barco rádio controlado. Porém conheço algumas pessoas que evitam colocar em água salgada. Por isso se for uma lagoa com água salgada restringe mais ainda o acesso à água. Isso também acaba por tornar mais difícil o uso de água do mar. Na verdade, além da água salgada, nesse caso ainda temos as ondas. Isso tudo dificulta mais encontrar um local para navegar.

Uma saída é utilizar das piscinas. Muitos condomínios possuem piscinas grandes. Não só em condomínios, por exemplo. Todo ano temos um evento na Escola Naval – RJ onde navegamos com os barcos em piscinas. Nesse caso as piscinas deles são enormes. Ou seja, dá para colocar barcos bem grandes e navegar em boa velocidade. A única restrição é que em um ambiente desses só podemos usar barcos com motores elétricos, pois caso contrário poderia sujar a água com resíduos de combustível.

Uma das piscinas que também usamos para a prática do hobby é a do Colégio Militar do RJ. Na verdade nos últimos tempos não temos tido acesso a esse ambiente. Mas eu tenho várias filmagens que foram feitas nessa piscina. Coloquei inclusive câmera a bordo e isso torna o resultado muito legal.

Aqui abaixo eu listei vários vídeos de diferentes momentos os quais eu naveguei lá no Colégio Militar. Curta os vídeos.

Monte de forma fácil o eixo para seu barco – nautimodelismo

Várias são as possibilidades para montar eixos de barcos rádio controlados. Porém nesses vários anos mexendo com modelismo acredito que achei uma solução muito boa e simples. Para a construção do eixo podemos fazer uso de varetas de solda elétrica. Você pode encontrar essas varetas constituídas de uma série de diferentes metais. Isso ocorre pois a vareta varia conforme o tipo de material que será soldado. Dessa forma, temos varetas de latão e alumínio, por exemplo.

Uma das grandes vantagens do latão é que o mesmo aceita facilmente a solda. E veja que não estou falando de solda elétrica usada por soldadores.

Estou me referindo a um pequeno ferro de soldar. O ideal é que o ferro tenha uma potência um pouco maior. Nesse caso um ferro de soldar de 100 W seria perfeito, mas já fiz várias soldagens usando um ferro com 30 W de potência.

Bom, resolvemos o problema do eixo, porém ainda temos uma questão que é a do tubo por onde esse eixo irá girar. Existem algumas formas simples e bem funcionais. A primeira delas diz respeito a utilizar um tubo de cobre desses usados em lojas de para refrigeração. É normal você encontrar esse tubo um pouco retorcido. Isso porque ele não é vendido a metro e sim por peso. Pegue-o com cuidado e vá aos poucos colocando ele todo reto. Vá fazendo isso com as mãos somente sem nenhuma ferramenta.

Existe uma outra possibilidade simples que é através do uso de um secador de roupas de alumínio. Sabe aquela estrutura tubular onde a roupa é pendurada? Então! Esse será o tubo que pode ser utilizado no seu barco.

Mas enfim. Essas são algumas das possibilidades para construir essa parte da propulsão do seu barco ou lancha. Quer mais detalhes? Assista o vídeo abaixo.

Placa pronta amplificador LM386 – Funciona com até 12 Volts

Por vezes nós precisamos fazer uso de algum dispositivo sonoro nos modelos. Em uma locomotiva, por exemplo, pode ser interessante colocar um som de motor a diesel. Não se atendo nesse artigo a questão sobre como produzir o efeito, chegamos a parte final que se traduz no amplificador por onde o som será amplificado e levado ao alto-falante. Porém muitos modelistas não desejam montar todo o circuito e no caso da amplificação preferem fazer uso de algo já pronto. É bem possível, e eu vou dar uma ideia para vocês.

No caso específico do uso de áudio no modelismo, a verdade é que a maior parte das vezes necessitamos de um amplificador que possua potências pequenas. Até para manter todo o realismo na aplicação, pois caso contrário um pequeno barco de rádio controle produziria um som de motor à diesel, por exemplo, com um volume desproporcional ao seu tamanho (ou sua escala). Isso torna-se um grande facilitador, pois é possível encontrar no mercado uma série de pequenas placas amplificadores industrializadas que podem ser aplicadas nesse uso.

Minha dica é ir até o Mercado Livre. Lá você vai encontrar vários vendedores comercializando placas de circuitos amplificadores das mais diferentes potências, tensões, dimensões. Inclusive sobre uma dessas placas, eu fiz um pequeno vídeo falando a respeito. Ela é bem compacta e utiliza um circuito integrado muito popular chamado de LM386. Esse componente é o coração central do amplificador. Trata-se do componente ativo responsável de fato pela amplificação do sinal.

A placa possui dois conectores (bornes) para a ligação do alto-falante para a saída do sinal. Possui também na outra extremidade conectores para entrar com o sinal e também a alimentação, que no caso são 12 Volts, o que permite utilizar uma bateria 3S. A qualidade do som é ótima e tenho certeza que você vai gostar. Para ver mais detalhes assista o vídeo abaixo.

Você sabia que é possível calibrar o testador de componentes, vulgo ESR? – Medidor e identificador automático de componentes

O testador de componentes (vulgo ESR) é um instrumento fantástico e ajuda demais na identificação dos componentes eletrônicos. Ele possui um display de cristal líquido e um terminal onde o componente a ser verificado é inserido. Após isso pressiona-se um botão e o componente é colocado em teste. Esse teste ajuda a identificar o tipo de componente e outras informações como polaridade de valor.


Porém antes de iniciar o seu uso é interessante calibrar o aparelho. Isso é importante para garantir que a leitura será correta.
Realizar a calibragem do Testador de Componentes é muito simples. Você precisa tão somente de três pequenos pedaços de fio. Descasque as extremidades dos fios e una todos por uma extremidade. Ou seja, é preciso fazer um “curto”. Explico melhor. Devemos inserir um fio em cada entrada do Testador de Componentes. Como o Testador de Componentes tem 3 entradas identificadas pelos números 1, 2 e 3, inserimos três fios. Depois unimos esses três fios pela outra extremidade.


Feito isso é só pressionar o botão do Testador de Componentes e o processamento de calibragem inicia. No mostrador é exibido um gráfico com o percentual realizado. Em seguida aparece uma mensagem informado para retirar os três fios conectados nos terminais do Testador de Componentes. Ah, separe um capacitor com valor maior do que 100nF. Você vai precisar dele ao longo da calibragem, será solicitado em um determinado momento.
Por fim é exibida uma mensagem informando que a calibração foi concluída.

Obs: ESR é uma das medidas que esse aparelho faz. O nome correto é Testador de Componentes. Porém muitas pessoas acabam chamando ele de ESR.

Como soldar um plugue XT60 e instalar termo retrátil – para auto, aero e nauti – carro, avião, barco

Para ajudar na troca rápida de baterias, utilizamos alguns tipos de plugue. Dessa forma é comum encontrar no mercado por exemplo, o modelo JST e XT60. É bem verdade que a mesma bateria pode ser muitas vezes encontrada para venda nos dois modelos. E aqui nesse artigo eu gostaria de falar com você sobre como fazer para soldar o plugue XT60, aquele na cor amarelo.

O plugue XT60 possui uma estrutura plástica na cor amarelo. Ele é muito rígido o que ajuda demais durante a soldagem, pois você pode até exagerar no calor com o ferro de soldar que ele nada sente. Isso ajuda muito principalmente aqueles que estão iniciando na soldagem.

Para fazer o processo você vai precisar de um ferro de soldar de potência baixa, cerca de 30 Watts. A solda que indico deve ser de 0,5 mm, 0,7 mm ou 1 mm. Soldas mais espessas apresentarão maiores dificuldades de uso com um ferro de soldar de baixa potência. Também será preciso um pequeno pedaço de espaguete termo retrátil. Ele será usado para isolar a parte do contato que ficará aparente após a soldagem. É bem verdade que você pode usar fita isolante ou outra coisa, mas o resultado não será tão bom quanto com o uso do espaguete.

Uma questão importante para soldar esse plugue é deixá-lo preso enquanto está soldando. Para isso aconselho você utilizar alguma ferramenta que o coloque em uma posição específica durante esse processo. Pois de outra forma, por ser bem estreito, ele tenderá a ficar caindo.

A primeira coisa a fazer, é com o ferro bem quente, ir depositando solda dentro do contato do XT60. Em seguida, enquanto a solda ainda estiver líquida, inserir o fio que deseja soldar nesse terminal. Lembre-se que o plugue XT60 estará muito quente após todo esse processo. Ele ainda vai demorar um bom tempo para esfriar o suficiente para você segurar ele. Como disse no início, a estrutura dele é muito forte e ele suporta bem o calor.

A parte final é colocar o espaguete termo retrátil. Para fazer com que ele se encolha você pode fazer uso de um soprador térmico. É algo parecido com um secador de cabelos. Na verdade você também usar o secador de cabelos, na posição ‘aquecer’. Ou então utilizar um isqueiro para aquecer o espaguete. Importante destacar que o espaguete não pode ser de uma bitola muito grossa. Pois ele encolhe até um certo limite. Então procure por um espaguete retrátil cuja bitola seja somente um pouco maior do que o terminal do XT60.

Sei que algumas coisas que mencionei ficam mais claras com imagens. Então dá uma olhada no vídeo abaixo que vai ajudar você.

Adaptando uma câmera esportiva, tipo Go Pro, em um carrinho de controle remoto – RC.

Uma coisa legal é poder colocar uma câmera a bordo de um carro, barco, navio, locomotiva e avião. O resultado é uma filmagem tipo ‘primeira pessoa’. Além de registrar o local por onde você estava controlando o seu modelo via rádio. No mercado existem as mais variadas câmeras que podem ser usadas nessa função. Você pode até colocar um celular, por exemplo. Sim, um amigo meu utiliza o aparelho dele para fazer filmagens dentro de um rebocador. Mas é claro que por ser um modelo grande é possível fazer isso. Mas de outra forma colocar o celular em alguns outros modelos pode ser algo impossível, por exemplo, em um avião (aeromodelo). Aí nessas horas a única saída é recorrer para câmeras que são especificamente feitas para essa função.

No mercado existem várias câmeras de dimensões bem pequenas, assim como leves. Uma dessas é a Go Pro. Embora ela não seja a mais leve de todas, produz uma filmagem de ótima qualidade. Porém um dos pontos importantes é sobre como prender a câmera no modelo. Então aqui vou dar uma dica sobre esse ponto.

A Go Pro possui o que é conhecido como caixa estanque. Trata-se de uma caixa plástica que protege ela de quedas e até permite você utilizar a câmera embaixo d’água. É claro que com o uso da caixa estanque o som capturado pode ficar comprometido. É preciso levar isso em consideração. O som é captado, mas se ele for muito baixo pode não ser possível ouvir. Ou mesmo o som pode ficar muito fechado e abafado, ainda sem determinadas frequências no áudio. Eu costumo gravar com a caixa estanque e tenho bons resultados. Além de ser uma forma muito segura.

O uso da caixa estanque ainda permite usar os diferentes suportes da Go Pro para prendê-la ao barco, carro, avião ou outra coisa qualquer. Inclusive uma peça que vem com a caixa da câmera pode ser utilizada para esse propósito. Lembre que ao comprar sua câmera ela veio dentro de uma caixa presa em um suporte plástico. Esse suporte é excelente para embarcar nos seus modelos. Talvez você precise fazer uns cortes nele para diminuir o seu tamanho e fazer assim ele se ajustar ao modelo. Os cortes podem ser feitos com uma pequena serra (do tipo arco de serra). Para ajudar a esclarecer isso assista nesse vídeo abaixo como fazer o uso dessa pequena peça plástica. É algo que iria para o lixo e agora tem uma ótima aplicação.

Como montar berço para acomodar um barco ou navio rádio controle – rebocador baseado no modelo Yarra

Montar um barco rádio controlado é só uma das coisas que você tem que fazer durante as etapas de montagem de um nautimodelo. Pois ao contrário de um automodelo, que você pode apoiar ele sobre uma mesa ou prateleira, no barco ou navio isso não é possível.

Isso ocorre pois existe um leme e o hélice que inviabilizam o modelo ficar “estacionado” sobre uma superfície plana. E além disso outra coisa torna difícil mantê-lo assim, como a curvatura do casco. Desta forma o modelo vai ficar de lado ou até tombar e não conseguir ficar “de pé”.

Para resolver esse problema é necessário construir um apoio para sustentar o modelo. Nós chamamos esse suporte de berço. Os berços também tem esse nome para os barcos e lanchas da vida real. E assim como na vida real pode ser feitos de diversos materiais, como madeira ou metal. Os berços mais fáceis de serem construídos são de madeira e em geral são estruturas bem simples, mas funcionais e extremamente necessárias.

Eu construí recentemente um rebocador que possui mais de 1,10 de extensão. A boca dele também é grande. Além disso, o rebocador possui um casco com um desenho bem diferente. Tão diferente que até inviabiliza colocá-lo sobre uma superfície plana, pois ele tomba. Então com a ajuda de varetas de madeira Teca, pregos e cola fiz um berço bem legal. Para a madeira não ‘machucar’ o casco, ainda fiz uma proteção com um material que você acha facilmente, mas não para esse tipo de aplicação.

O acabamento final ficou perfeito. Quanto ao lado funcional ficou extremamente prático. Dá uma conferida abaixo. Eu fiz um vídeo mostrando isso em mais detalhes.

Como configurar o rádio Turnigy com cabo de simulador no software para treino de aeromodelo

Quando estamos iniciando no aeromodelismo é importante treinar de alguma forma em solo, pois ao voar e cair as perdas financeiras podem ser realmente grandes dependendo do modelo que se está voando. Para ajudar a resolver esse problema existem os softwares simuladores de voo. Por meio deles o aprendiz ou aluno, pode treinar de forma bem parecida dando segurança na hora de realizar um voo real.

Uma das grandes vantagens desses simuladores é que nós não usamos um joystick durante a pilotagem, mas o próprio rádio controle que será usado durante o voo do aeromodelo. Isso torna a atividade muito mais próxima da realidade. Existem cabos que conectam os rádios via USB nos computadores permitindo assim esse uso.

Esses cabos são bem baratos e você encontra em lojas especializadas ou mesmo em vários sites pela internet. Um pouco positivo é o preço deles, pois não são caros. Um lado do cabo possui USB que ao conectar no computador um LED vermelho se acende internamente. Esse LED pode piscar em uso. Na outra extremidade existe um cabo tipo P2 que é conectado ao rádio. A maior parte dos rádios possui uma entrada para esse plugue facilitando assim a conexão.

Só destacando algumas coisas importantes. Para que o simulador funcione, é preciso que você destaque o módulo que está localizado na traseira do rádio. Sim. Pois caso contrário ele não vai funcionar. Normalmente isso é uma tarefa fácil, pois é feito externamente ao rádio.

A segunda coisa é que ao conectar o plugue você verá que o rádio liga automaticamente. Mas isso não quer dizer que o plugue P2 está enviando ‘energia’ para o rádio controle. Ou seja, seu rádio precisa ter pilhas ou uma bateria carregada dentro dele.

Ademais existem alguns ajustes que você precisa fazer no rádio para que ele seja capaz de funcionar como simulador. Esses detalhes eu mostro para você no vídeo abaixo. Ah, no mercado existem muitos diferentes softwares de simulador. No vídeo abaixo eu mostrei o FMS. É simples e já atende bem, mas existem vários outros bem avançados.

Conserto mola volante da direção – rádio controle HK210 Hobby King – Mesmo procedimento outro modelo

Algumas pessoas preferem aquele rádio que possui os chamados ‘sticks’ para pilotar seu automodelo. Sim, digo automodelo, mas poderia ser também um nautimodelo. Pois se você for pilotar um aeromodelo, saiba que só é possível usar rádios com sticks devido aos controles necessários. Mas para usar em várias outras áreas do modelismo é possível comprar um rádio mais simples, com controle de aceleração e direção.

Nesse caso existem rádios que possuem um volante para controle da direção. É fato que torna-se algo muito mais intuitivo para a pilotagem, em especial de auto e nauti. Esse pequeno volante possui internamente uma mola para manter a direção sempre no centro. Assim, após você fazer a curva, ao soltar o controle há uma centralização. Isso facilita muito pois imagina se você tivesse que a todo momento descobrir onde é o centro do volante.

Essa ideia se parece muito com a ideia presente no rádio com stick, pois a direção também retorna para o centro. Tudo isso é via mola, ou seja, algo realmente mecânico. Funciona muito bem, mesmo sendo algo mecânico.

Porém algumas coisas podem ocorrer e levar esse conjunto a apresentar defeitos. Um defeito que pode surgir ocorreu comigo. Veja só, eu até imagino a razão de ter quebrado, pois esse rádio é usado pelo meu filho. Imagina uma criança usando esse controle com toda a violência. Por isso não acredito que sempre ocorra problema nesse conjunto mecânico. Acho inclusive que deve ser algo bem remoto de ocorrer. Mas enfim, eu tive problemas.

O defeito está exatamente nessa mola que faz com que o volante fique centralizado. Após meu filho usar o rádio eu percebi que tinha algo solto lá dentro. Logo imaginei que a mola tinha saído do lugar, pois o volante não voltava mais para o centro.

Para resolver só tem 1 jeito. Desmontar tudo. E olha que não é muito simples, pois para chegar nessa parte você tem que literalmente desmontar o rádio todo. Mas dá para fazer.

Essa mola fica próxima ao potenciômetro de controle da direção. E no meu caso a mola soltou pois a peça de plástico que a prende quebrou. Você pode tentar colar ou até mesmo adaptar para instalar ela em outra posição. Essa última opção foi o que fiz. Para resolver o problema você pode usar a mesma mola e vai ser necessário uma agulha metálica bem fina para aquecer e fazer um novo furo na peça plástica.

São vários parafusos e vários passos que devem ser feitos para desmontar todo o rádio. Então eu fiz um vídeo que esclarece bem o que você deve fazer para resolver o problema. Dá uma olhada e deixe lá nos comentários o que achou. Se puder escreva também como surgiu esse problema no seu rádio.

Como fazer as ligações de servo, ESC, BEC, bateria no receptor controle remoto

Muitos iniciantes têm dúvidas sobre como fazer a ligação do ESC, com o servo e o receptor. Mas na verdade é bem simples. O importante é saber que em se tratando de modelos elétricos, normalmente o ESC já vem o que chamamos de BEC. O BEC é a parte responsável por gerar uma tensão de 5 Volts que alimenta o receptor de rádio controle. Portanto, temos no ESC um fio com um pequeno conector na sua extremidade que será ligado ao receptor do rádio.

Por esse fio chega a alimentação desses 5 Volts, mas também por ele passa o sinal do acelerador enviado pelo receptor. Por isso é comum ligar esse conector ao canal número 3, ou seja, o acelerador.

No ESC existe uma extremidade que pode possuir 2 fios ou 3 fios. Tratam-se dos conectores que irão ligar no motor. Se ele tem 2 fios então é um ESC para motor escovado. Já se tiver 3 fios, trata-se de um ESC para motores sem escovas (brushless).

Na outra extremidade do ESC existem outros 2 fios. Esses normalmente são nas cores vermelho e preto. São os terminais usados para ligar na bateria LIPO. Fique atento ao comprar o ESC a alguma especificações. Existem ESC que foram desenvolvidos para baterias LIPO 2S, 3S, e assim por diante. Uma outra especificação diz respeito a máxima corrente que o ESC suporta.

Eu fiz inclusive um vídeo para ajudar nessa questão. Abaixo é possível ver quais os fios ligam onde, facilitando assim os iniciantes na área.