Vou mostrar aqui o cortador de isopor que montei. O cortador de isopor é uma tremenda ferramenta que pode ser usada para as mais variadas finalidades. No meu caso de ‘inventor’, utilizo ele para cortar isopor, também depron e até plástico. Depron é um tipo de isopor. Na verdade a estrutura dele é diferente. Digo tipo, pelo fato de ser tão leve quanto, porém ele é bem mais resistente. Inclusive o depron é mais caro que uma placa de isopor do mesmo tamanho.
Como gosto também de aeromodelismo, o depron e isopor precisam de ferramentas boas para corte. É aqui que entra o cortador de isopor.
Eu montei 2 cortadores. Um deles com uma abertura bem larga para poder cortar peças grandes como por exemplo, uma asa de um aeromodelo. Nas fotos a seguir irei mostrar os detalhes. Ele tem a estrutura formada por madeira na medida de 2 cm x 2 cm.
Madeiras para o cortador de isopor
Para prender tudo fiz uso de ‘L’s de metal usados para prender prateleiras e também uniões de metal conforme você pode ver nas fotos abaixo.
O fio que corta o isopor é de nicromo. Nicromo é uma liga criada pelo homem e leva esse nome, pois em sua estrutura vão os materiais base níquel e cromo. Ele é um mau condutor de eletricidade, por isso quando a corrente circula pelo mesmo gera aquecimento. Nesse caso ele ser um mau condutor é bom, pois assim ele esquenta (que é essa intenção de uso). Ele também pode ser encontrado em ferro de soldar e ferro de passar roupas entre várias outras aplicações. Abaixo você pode ver um rolinho de fio de nicromo.
Esse fio você compra à metro ou em pedaços menores já voltados para serem instalados em cortadores de isopor. É algo barato e nos sites de venda via internet você acha para vender.
Para alimentar o fio de nicromo e podermos cortar isopor, precisamos da fonte de alimentação. Essa fonte pode vir de pilhas, baterias e até mesmo de uma fonte que converta os 110 Volts da tomada para uma tensão mais baixa. Tenha em mente que quanto maior a extensão do fio, maior será a tensão necessária para ter um bom aquecimento. O ideal é você ter ou montar um regulador de tensão. Também conhecido como reostato, o circuito pode ser ligado à saída de uma fonte de alimentação e a saída do circuito ligada diretamente à resistência do cortador de isopor através de fios. Na minha caixa de campo o reostato pode ser visto na imagem abaixo (parte esquerda) logo acima do multímetro.
Quer montar um captador para seu violão ou ukulele? Tá aqui! É muito simples e vou explicar para você como fazer.
Existem na natureza alguns cristais que ao sofrerem deformações geram diferenças de potencial. Mas o que é diferença de potencial, você deve estar se perguntando. DDP ou diferença de potencial é comumente conhecida como tensão. Esses cristais fazem parte de alguns componentes eletrônicos como os chamadas cápsulas de piezo ou cápsulas piezoelétricas.
São dispositivos como esse da foto abaixo.
Elas são polarizadas ou seja possuem polos específicos chamados de positivo e negativo. E conforme disse ao sofrerem deformações físicas, geram nesses dois terminais uma tensão. O cristal famoso nessa aplicação é o Cristal de Rochele.
Um ponto importante de se observar durante a soldagem do piezo é quanto a ficar pouco tempo com o ferro de soldar, pois esses componentes são sensíveis ao calor intenso.
Se você soldar dois fios nos terminais + e – já poderá ligar os mesmos na entrada do seu amplificador. E assim que tocar com os dedos sobre a superfície do piezo ouvirá isso nos alto-falantes.
Então você deve colar o cristal no tampo do seu instrumento acústico. Já fiz testes com o uso de violão, ukulele, guitarra e até violino.
Nesse vídeo mostro o captador em ação.
Aqui nesse outro vídeo eu mostro o funcionamento de toda a eletrônica por trás da captação. É algo bem simples como você já leu, mas o vídeo reforça o conteúdo. Assiste lá:
Nos vídeos abaixo vocês podem ver parte da adaptação que fiz para um carrinho comprado em loja de brinquedos ser transformado em um automodelo. O controle usado foi o Turnigy 9x. Para dar marcha à ré fiz uso da chave Gear (trem de pouso). Quando acionada eu inverto a polaridade de alimentação do motor escovado. O ESC também foi construído. Ele utiliza um transistor FET para fazer o acionamento. Nos vídeos é possível ver um grande dissipador de calor que foi usado nesse transistor.
No futuro esse carrinho irá ter câmera FPV e um boneco na direção, já que o volante se movimenta também nas curvas.
Veja no vídeo abaixo o funcionamento do carrinho com o controle remoto Turnigy 9x já instalado. No vídeo abaixo é possível ver o controle desenvolvido para dar marcha à ré.
Já no vídeo abaixo podemos ver o painel onde está o mostrador da bateria LIPO e também o volante. O volante mexe juntamente com o movimento das rodas da direção. No futuro irá ter um boneco segurando o volante.
Nesse vídeo podemos ver o carrinho com a carroceria em mais detalhes como os LEDs que foram instalados na frente e atrás também.
Tão legal quanto brincar de aeromodelo, é inventar coisas para o aeromodelismo. Nessa matéria vou mostrar como montei uma caixa de campo para aeromodelismo. Queria uma espécie de oficina ambulante. Dessa forma tudo o que fosse necessário estaria sempre à mão. Veja abaixo a foto frontal da caixa de campo.
Caixa de CampoCaixa de Campo
Na foto acima é possível ver alguns aparelhos:
– Multímetro digital
– Inversor de 12 Volts para 110 Volts
– Testador de servos
– Carregador IMAX
Montei na lateral um painel cheio de funções. Nele tem o display que indica a tensão da bateria interna, a corrente consumida pelos circuitos, uma fonte variável de 2A com mostrador digital, chave geral, chave para ligar ventoinha para o carregador Imax, chave para ligar o carregador Lipo, chave para ligar o inversor, bornes para entrada e saída de tensão, ufa….
Caixa de Campo
Na imagem abaixo é possível ver o carregador Imax ligado à placa paralela para carga de várias baterias LIPO ao mesmo tempo. Na imagem é mostrado 1 bateria em carga no suporte preparado para isso.
Caixa de campo – Aeromodelismo
Uma visão superior da caixa. No lado direito tem um isopor branco que é o local onde fica o rádio controle. No lado esquerdo o painel com as chaves e display.
Caixa de campo – Aeromodelismo
Visão lateral que mostra em detalhe o inversor, o espaço para o rádio, a placa paralela e o suporte de ferramentas.
Caixa de campo – AeromodelismoCaixa de Campo
ATUALIZAÇÃO em 14 de Maio de 2015
Vejam como ficou a caixa após novos apetrechos serem inseridos.
A caixa agora tem na parte frontal mais controles. Controles para medir a tensão de entrada durante a carga das baterias quando usado através da tomada. Tem uma fonte de 12 Volts x 30 A na lateral. Tem também um reostato para controlar a velocidade da mini-drill e também do cortador de isopor.
Caixa de campo para aeromodelismo.
Mais detalhes vocês podem ver aqui no vídeo com todas as explicações.
Todo bom “fazedor” precisa de um cantinho organizado (ou quase organizado), para poder criar seus inventos. Aqui vou mostrar um pouquinho do meu cantinho. Cantinho mesmo, porque transformei um banheiro de empregada em oficina. Para melhorar o espaço retirei a privada e o box de vidro. Coloquei prateleiras do chão ao teto, literalmente. Várias gavetinhas e porta trecos para facilitar a organização por todos os lados.
Minha Oficina
Uma coisa legal é que por ser originalmente um banheiro eu tenho uma pia para lavar/limpar as coisas.
Detalhe da pia na oficina
Para aumentar mais ainda a área de utilização, tirei a porta original e coloquei uma sanfonada (quase não ocupa espaço).
Porta Sanfonada
Em um dos lados prendi as ferramentas na parede para dar dessa forma um melhor acesso à elas. Para conseguir prender adequadamente as ferramentas, fiz um revestimento de madeira (MDF) de 1,5 centímetros. Abaixo algumas fotos de parte das ferramentas.
Ferramentas presas na paredeMais ferramentasFerramentas presas na parede
A bancada é forrada com uma manta de borracha de 2 milímetros de espessura. Tem algumas fotos aqui nesse post que foram tiradas antes da bancada ser forrada. Mas esse visual foi o que ficou após a forração dela.
Minha bancada
Para enxergar melhor, 2 lâmpadas fluorescentes iluminam toda a bancada. A alimentação dos 110 Volts da bancada passa primeiro por um disjuntor de proteção. Depois ela é entregue à iluminação e tomadas que ficam posicionadas ao fundo.
Ferramentas na bancada e lâmpada fluorescente
Na foto abaixo é possível ver as tomadas ainda para serem instaladas em definitivo. Coloquei tomadas antigas que tinha guardado ainda do padrão anterior ABNT. Elas ficaram localizadas bem ao fundo logo acima de um suporte de ferramentas que será melhor mostrado mais abaixo.
Em uma das laterais montei alguns instrumentos de bancada.
– Um pequeno amplificador de prova. Ele tem boa sensibilidade podendo ser ligado até em saídas sem amplificação. A potência máxima resultante é de cerca de 2 Watts. Acoplei um pequeno alto-falante na saída desse amplificador.
Circuito do mini amplificador
Mais detalhes sobre a construção desse mini amplificador que usei em minha bancada você encontra aqui mesmo no meu blog no link abaixo.
– Uma bateria selada de 12 Volts. Ela é super útil para ligar equipamentos que usem essa tensão e consumam altas correntes já que ela é capaz de fornecer até 7 A.
Bateria selada 12 Volts
– Fiz um cantinho para colocar meus instrumentos de medição como multímetros. Tenho analógicos e digitais. No futuro nesse nicho também irei colocar uma fonte variável.
– Na parte frontal mais ferramentas penduradas para facilitar o acesso à elas. Esse suporte frontal foi comprado na loja Leroy Merlin. Ele é bom para ser usado com chaves de fenda e alicates. Possui um grande número de orifícios e suporta bem o peso.
Suporte para ferramentas comprado na Leroy Merlin
Gaveteiros de plástico são bem legais. Possuem grande área interna e dá para guardar muita coisa. Esse aí ficou bem acima de onde era a privada do banheiro. O acesso à privada foi fechado de forma adequada à não trazer cheiro ao ambiente. Bem acima desse gaveteiro é possível também ver um guarda trecos. Foi comprado na Leroy Merlin, é tipo uma cesta plástica com buracos para poder ver o seu interior mais facilmente.
Gaveteiro para arrumar melhor as coisas
Pequenas gavetinhas são fundamentais para miudezas. Essas abaixo são usadas para separar os componentes eletrônicos. São capacitores, resistores, transistores, LEDs… . Enfim, ajudam demais. Eu as etiquetei para tornar fácil encontrar as peças. Há anos atrás optei por ter pelo menos cerca de 20 unidades de cada componente eletrônico mais utilizado. São componentes muito baratos e vale o investimento. Dessa forma fica fácil tocar novos projetos sem ter que ir até uma loja comprar componentes. É claro que não é possível ter um pouco de tudo. Principalmente quanto à circuitos integrados. Nesse caso só dá para ter os valores mais utilizados, o que já é alguma coisa.
As gavetinhas de cor cinza tem uma grande vantagem. Elas possuem um encaixe e dessa forma é possível interligá-las tornando assim todo o conjunto mais estável. Eu as utilizo para guardar resistores e capacitores. Elas perfazem um total de 240 unidades. As caixinhas transparentes vão CIs, LEDs e todos os outros componentes. Potenciômetros, chaves e outros maiores ficam em gavetas mais espaçosas. Além dessas, o total dos compartimentos separados para componentes são quase 500. Dessa forma fica muito mais fácil encontrar as coisas.
Gavetinhas para separar componentes eletrônicos
Os mini gaveteiros também são uma grande pedida para organizar os trecos. Veja a foto abaixo.
Gavetinhas para separar componentes eletrônicos
Existem uns compartimentos que são usados também para miudezas. São frequentemente utilizados para separar material de pesca. Os meus tem 10 compartimentos cada um e fica super organizado. As etiquetas nesse caso são coladas na tampa (ou seja, parte superior).
Mais componentes
Claro que a coisa não está completa. Ferramenta é assim mesmo, quanto mais melhor. Então a cada dia mais e mais ferramentas são incluídas ao acervo. Ah, é claro, incluídas e utilizadas com frequência. Afinal, são muitos inventos a serem construídos. Assim é com qualquer “fazedor”, inventor, criador, professor Pardal… .
Observação: “Fazedor” não existe na Língua Portuguesa. É tão somente uma forma descontraída de tratar as pessoas que gostam de fazer trabalhos manuais. Na Língua Inglesa é comum ouvirmos a sigla D.I.Y. Esse acrônimo quer dizer – Do it Yourself, ou seja, Faça Você Mesmo. Mãos à obra.
Aqui vou mostrar como montar um controle remoto monocanal. Você pode usar ele para qualquer aplicação. O alcance gira em torno de 100 metros da forma como vou propor a construção. O controle é modulado por tom e funciona na frequência de FM.
Para aumentar o alcance uma das características adotadas é a utilização de um rádio FM na recepção do sinal do controle remoto. O rádio FM é caracterizado por ter uma sensibilidade muito boa, o que vai aumentar em muito o nosso alcance. A saída do áudio que era entregue ao alto-falante é substituída pelo circuito abaixo. Esse circuito ao receber um tom aciona um transistor e comuta um relê.
O circuito do transmissor é mostrado abaixo. Ele é alimentado com pilhas pequenas devido ao baixo consumo de corrente exigido. A tensão pode ser alterada, até certo limite, para aumentar também o alcance. Com uma tensão de até 6 Volts o circuito funcionará bem.
Circuito do Transmissor e do Receptor
Circuito transmissor controle remoto monocanalReceptor do controle Remoto
Na imagem abaixo a placa de CI que projetei já está dentro da caixinha patola.
Aspecto do circuito do transmissor já na placa de CI que projetei
Na outra imagem podemos o receptor. A parte superior é o rádio FM. O circuito agregado na parte debaixo do rádio FM é o acionador por tons.
Circuito receptor do controle remoto
O transmissor tem somente 1 único botão, onde ao ser pressionado o tom é enviado via FM. Ao ser liberado o tom deixa de ser enviado ao receptor. Todo o conjunto foi instalado em uma caixinha de plástico com o push-button para ser acionado. Não coloquei interruptor na alimentação já que o próprio push-button é que liga a alimentação. Assim sendo em estado normal nenhuma corrente circula pelo circuito. Como estamos trabalhando na frequência de FM há necessidade de antena com um tamanho razoável para não prejudicar o alcance. Uma antena de até 50 centímetros funcionará bem. Antenas maiores irão fazer com que ocorram instabilidades na transmissão.
Transmissor monocanal do controle remoto
Testes e uso
O meu controle fiz uso em um barquinho de controle remoto. Há muitos anos atrás comprei um kit para construir um barco em balsa e casco em plástico. O kit era para instalar um motor à elástico. Porém fiz as adaptações para instalar um motor elétrico. Não 1 na verdade, mas 2 motores. Como o barco já tinha alguns anos resolvi dar uma repaginada nela. Abaixo dá para ver como era (parte branca) e como irá ficar (parte prateada). Usei fita adesiva de entelagem para cobrir a parte superior.
Montando um controle remoto monocanal.
Na imagem abaixo já dá para ver toda a área superior recoberta.
Parte superior já entelada com fita adesiva
Funcionamento dos 2 Motores
A lógica é a seguinte. Sempre 1 dos motores está ligado. O barco não tem leme. O percurso é alterado se invertendo os motores. Dessa forma ao pressionar o push-button do transmissor o motor que estava funcionando deixa de funcionar e o outro motor é acionado. Ao soltar o push-button ocorre o inverso. Veja que dessa forma nunca poderemos ir em linha reta. O barco vai fazendo uma espécie de zigue zague.
Esse mesmo controle pode ser usado para montar um carrinho. Use a criatividade e depois me escreva o resultado.
O espaguete termo retrátil veio para ficar. Super prático e com um acabamento impecável aos seus projetos seu uso é obrigatório. São encontrados em diferentes bitolas para se adequar aos diferentes propósitos. Nessa hora surge a questão da organização por espessura. Minha ideia foi colocá-los em caixas organizadoras separando cada tipo para facilitar o uso. Depois é só colocar no lugar e soprador térmico neles.
O resultado é fantástico. Se você ainda não usa, experimente. Você nunca mais vai querer saber de fita isolante (um pouco de exagero. ehehehe. Afinal para algumas coisas a fita isolante é melhor).
Compartimento para organizar Espaguetes TermoretráteisCompartimento para organizar Espaguetes Termo retráteis
Em Janeiro do ano de 1993 saiu a edição número 13 da Saber Eletrônica – Fora de Série. Essa era uma revista que a cada 6 meses era publicada contendo projetos dos leitores. Nessa edição saiu um projeto meu. Na verdade eu enviei esse projeto muitos anos antes. Pelas minhas contas devo ter enviado quando tinha 14 anos, ou seja, 1990. Como a publicação era semestral e tinham muitos projetos por edição é a explicação que vejo para a demora em sair publicado.
Revista Saber Eletrônica com meu Projeto
Abaixo segue o texto do projeto extraído na íntegra:
“A principal característica deste circuito está no fato dele permitir um ajuste preciso de temperatura do fio de nicromo usado no corte de plásticos e isopor, figura 1.
No entanto o circuito tem por base uma fonte sem transformador, não há isolamento da rede e qualquer toque nos pontos vivos do circuito deve ser evitado para que não ocorra perigo de choques.
Todo o cuidado deve ser tomado na instalação dos componentes deste projeto numa caixa isolada. Na figura 2 temos o diagrama do aparelho. O capacitor de 470 nF deve ser de poliéster de boa qualidade com isolamento para pelo menos 250V se a rede for de 127V. Na rede de 220V ele deve ter um isolamento de 400V.
O transistor pode ser o 2N3055 ou de menor potência como o TIP 31, no entanto montado em radiador de calor. DZ1 é um diodo zenner de 12V x 1W e o potenciômetro é comum linear. O resistor de 100 ohms deve ser de fio, e os diodos podem ser 1N4004 ou equivalentes de maior tensão.”
Nesse post vou mostrar a queda do meu aeromodelo. Depois da curva corrigi para o lado errado e queda. Foi na minha segunda instrução de voo na ACA – Associação Carioca de Aeromodelismo, localizada no Campo dos Afonsos no Rio de Janeiro.
Estou voando um Cesna elétrico com uma câmera da Hobby King sobre a asa. O avião só sofreu arranhões nessa queda. Ainda bem.
Durante a Segunda Guerra Mundial a FAB utilizou o caça P-47 Thunderbolt. Sua força e grande barulho, fizeram ser conhecido pelos pilotos brasileiros como “Trator Voador”.
O nosso trator Brasileiro – O caça da segunda Guerra Mundial
No acervo do Museu Aeroespacial (MUSAL), localizado na zona norte da cidade do Rio de Janeiro, encontra-se um exemplar do P-47 Thunderbolt. Ele foi fabricado pelos Estados Unidos em 1944 e utilizado em 93 missões de combate na Itália, entre 1944 e 1945. Foi a nossa principal arma de combate na Itália.
A base aérea de Santa Cruz no Rio de Janeiro foi a unidade do Primeiro Grupo Caça do Brasil.
No total tivemos 117 aviões P-47 operados pela FAB entre 1944 e 1958. Todos armados com 8 metralhadoras calibre .50. O P-47 tem um motor de 18 cilindros e 2.300 cavalos de potência.
No vídeo abaixo podemos ver essa máquina em ação durante a semana do Museu, realizada no MUSAL (Campo dos Afonsos).